Todas as entidades ligadas ao agronegócio de Chapadão do Sul participaram da reunião que discutiu o projeto de lei que proibe a pulverização aérea de agrotóxicos em propriedades rurais de MS. A iniciativa do deputado estadual Pedro Kemp (PT) foi considerada inconstitucional pelos representantes jurídicos da Famasul ( Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) e de outras entidades ligadas ao agronegócio. A medidada é considerada contrária à economia do estado que está no topo do ranking da produção de grãos e algodão no Brasil. Esta foi a terceira tentativa de emplacar uma lei que vai contra os interesses econômicos da classe produtiva de Mato Grosso do Sul.
Chapadão do Sul formou uma forte comitiva para se posicionar contra o projeto de lei. Estiveram em Campo Grande o vice-presidente do Sindicato Rural (Maiquel de Gasperi e Caio Xavier), Fundação Chapadão (Paulo Ricardo), Coprasul (Geraldo Loeff), Tenoar Aviação Agrícola (Paulo Wentz e Roger Tenório da Costa) e Ampasul (Adão Hoffmann).
A iniciativa de Pedro Kemp é contra os interesses de 100% dos representantes do agronegócio de MS na atualidade. De acordo com o parlamentar a proposta ainda prevê multa de 1500 UFERMS e, o dobro, em caso de reincidência. O projeto foi assinado pela bancada do PT, composta pelos deputados Zeca do PT, Gleice Jane e o autor da proposta, Pedro Kemp. Já a assessoria jurídica da Famasul sugeriu que o projeto já teve paracer contrário e deve ser arquivado.

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