Irmãos Trad ainda não definiram quem vão apoiar no Estado
A aliança nacional do PSDB com o PSD, PTB, PPS, PV devem colaborar para equilibrar a chapa do pré-candidato tucano à reeleição para o Executivo estadual, Reinaldo Azambuja, em Mato Grosso do Sul, conforme destacou o pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), durante agenda em Campo Grande neste sábado (30).
As siglas de mais interesse para o administrador do Estado é o PSD de Marcos Trad, prefeito de Campo Grande, e o PTB de Nelsinho Trad, ex-prefeito, e Fábio Trad, deputado federal.
Os tucanos querem Nelsinho na base aliada e seus irmãos também. A aliança faria com que, teoricamente, os eleitores dos Trad votassem em Azambuja. Porém Marquinhos já adiantou que não vai obrigar seus secretários e demais apoiadores a votar em que ele apoiar. Fábio Trad também não está certo da coligação com os tucanos e que destacou que caso necessário colocaria seu nome a disposição como pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul.
Nelsinho tem andando mais ao lado do chefe do Executivo e disse ter um compromisso com ele. Porém, caso o irmão decida concorrer ao pleito de outubro o voo para o ninho tucano não deve acontecer. O ex-prefeito de Campo Grande fez questão de marcar presença no evento com Geraldo Alckmin e subir ao palco com Azambuja.
Nelsinho é pré-candidato ao Senado Federal e caso queira uma aliança com Azambuja precisa deixar claro qual será seu posto na chapa majoritária. O PSDB tem dois pré-candidatos ao Senado, o ex-secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, e o deputado federal Geraldo Resende. Os tucanos também buscam apoio no DEM, onde o ex-prefeito de Dourados, Murilo Zauith, também quer uma cadeira em Brasília.
“Miglioli tem uma boa representação ele fez um trabalho importantíssimo na secretaria tem experiência no estado desejo alegria e sucesso a ele”, disse Alckmin.
Por YARIMA MECCHI E IZABELA JORNADA
Foto Gerson oliveira
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