Pré-candidato à presidência promete, se vencer, ‘dobrar salário do brasileiro’
Pré-candidato à presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin afirmou que, embora fosse melhor a aliança partidária nacional ser a mesma das regionais, o pré-candidato à reeleição, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja está livre para compor com as siglas que quiser.
“Cada estado tem sua singularidade. Mas, é claro que se os partidos fossem os mesmos seria melhor”, disse o tucano que governou São Paulo por quatro mandatos.
Alckmin disse que no âmbito nacional, o PSDB já compõe aliança com o PSD, PTB, PPS e PV.
Já aqui em MS, segundo o presidente regional do partido, o deputado estadual Beto Pereira, o PSDB de Azambuja conta como certo pacto político na disputa pela reeleição com PP, PTB e PPS.
Ainda em MS, o PSDB, já há alguns meses, busca aliança com o PSD do prefeito Marquinhos Trad (Campo Grande), que resiste a confirmação ao menos em depoimentos oficiais.
Na visita de Alckmin – sexta-feira, em Dourados e, sábado, em Campo Grande – Marquinhos Trad, encontrou-se com o pré-candidato à presidência, sábado de manhã, no Mercadão. Alckmin estava acompanhado do governador Reinaldo Azambuja.

Presidenciável é tietado durante evento partidário na Capital. (Foto: Celso Bejarano)
FESTA
Neste sábado, em Campo Grande, Alckmin, de manhã, participou de evento no prédio da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul). Em seguida, ele seguiu para a sede do PSDB, onde ao menos duas centenas de pessoas os aguardavam.
No discurso, o tucano disse que sua prioridade, caso vença a eleição, é propor as reformas política, previdenciária e tributária, logo no início do mandato.
“Vamos também dobrar o salário do brasileiro”, prometeu.
No final, ele e o governador foram tietados por membros do partido. Para andar por uns 20 metros, os dois ficaram por meia hora para tirar as chamadas selfies.
Celso Bejarano
Alckmin deu carta branca para Reinaldo fazer coligações Foto: Celso Bejarano
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