Posse dos secretários de governo aconteceu no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo
Seis secretários empossados nesta terça-feira (1°) disseram durante entrevista que na nova jornada de governo haverá grandes desafios pela frente, mas que a meta é dar mais agilidade de acordo com cada pasta. “Vamos ter mais tempo de fazer articulações políticas e principalmente no que diz respeito ao relacionamento com a sociedade, procurando agilizar entregas de obras. Vou ficar específico em Campo Grande e o Sérgio de Paula no interior com as 78 cidades , deu certo na campanha de prefeito”, disse Carlos Alberto Assis que será chefe de gabinete de Azambuja.
Para Roberto Hashioka, que assumiu a pasta de Administração e Desburocratização do Estado, a responsabilidade é grande. “Grande responsabilidade substituir Carlos Alberto, afinal ele trabalhou quatro anos e conduziu muito bem a secretaria de Administração. Além disso, implantar mais austeridade no serviço público é sempre um grande desafio, o cobertor sempre é curto e desafio é isso buscar governabilidade com menor recurso”, disse.
De acordo com o Murilo Zauith, que continua na secretaria de Obras e Infraestrutura, será um governo muito difícil. “Temos que enxugar para manter compromissos próprios e qualquer investimento precisa vir do governo federal. O governar depende muito do Federal”, finalizou.
Continuando na pasta da Educação, a secretária de Governo, Cecília da Mota, disse que o primeiro passo é dar continuidade do trabalho com ampliação da escola de tempo integral no ensino médio. “Já fizemos novo currículo do fundamental I e II. O novo currículo do ensino médio, a grade muda muito em 2020”, disse.
Na pasta de Assistência Social, a secretaria Elisa Cleia Nobre, apontou que esse governo vai trabalhar mais com a vulnerabilidades social e proximidade do Governo Estadual com o Federal.
Estreiando no secretariado, Geraldo Resende disse que tem projeto para regionalizar a saúde pública, mas para isso acontecer nesses quatros anos, é necessário terminar o que ainda precisa ser concluído. Como por exemplo, o Hospital de Três Lagoas e o Hospital Regional de Dourados que estão com obras em andamento.
“O meu interesse é servir MS e nesse momento e desafio novo é sair da zona de conforto. Eu gosto de desafios é o desafio hoje é enfrentar uma pasta que vai exigir tanto do Governo do Estado e de uma equipe para termos respostas imediatas para ter saúde da melhor qualidade.
Sobre o futuro ministro da saúde, Resende acredita que é mais uma oportunidade para melhorar a saúde no Estado. “Eu acredito que é uma janela de oportunidade a ida do Mandetta, a boa proximidade que temos, as lutas que enfrentamos no tempo que estarmos lá nos aproximou em lutas comuns na saúde. Ele no Brasil e eu no MS esse trabalho em conjunto pode ajudar muito no Estado, mas não vamos esperar que o ministro resolva tudo”, finalizou.
Por BRUNA AQUINO E IZABELA JORNADA
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