A infratora foi autuada administrativamente, multada e também irá responder por crime ambiental de maus-tratos a animais, cuja pena é de três meses a um ano de detenção
Após denúncia de uma protetora de animais do Grupo Ajude um Focinho de Costa Rica – MS, que regatou uma cadela em estado crítico, na manhã da última segunda-feira (22), em uma calçada no bairro Cachoeira, a PMA – Polícia Militar Ambiental – foi até a residência da proprietária e multou a infratora em R$ 500,00 por maus-tratos.
Conforme informações apuradas pela reportagem do Costa Rica em Foco, a denunciante encontrou o animal em estado de destruição em frente a uma residência e buscou se certificar se o animal tinha dono. “Falei com um homem que estava na casa, onde tinham mais dois animais, e perguntei para ele se sabia quem era o proprietário do animal, ele respondeu ser ele. Então pedi autorização para socorrer o mesmo que estava muito mal”, contou à protetora que levou o animal para atendimento veterinário.
A cachorra ficou internada por dois dias, mas conforme o laudo veterinário ela não resistiu ao estado avançado de desidratação e desnutrição, e acabou morrendo.
“Para que o crime de maus-tratos não ficasse impune mais uma vez em nossa cidade decidimos denunciar o caso na PMA e contamos com apoio da veterinária que nos ajudou na tentativa de salvar a cadela”, contou a protetora do Grupo Ajude um Focinho.
A veterinária que cuidou da cachorra disponibilizou aos policiais o laudo e várias fotos do animal em tratamento, na tentativa de se reverter as infecções pela falta de alimento, porém, não conseguiu salvar o animal.
Após investigar todas as informações, uma equipe da PMA deslocou-se na tarde de sexta-feira (27) até a residência da proprietária do animal. A moradora confirmou os fatos e informou que não tinha condições econômicas para tratar da cachorra, pois é diarista na limpeza urbana. A infratora foi autuada administrativamente e foi multada em R$ 500,00. Ela também responderá por crime ambiental de maus-tratos a animais, cuja pena é de três meses a um ano de detenção.
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