Aparentemente o final de semana em Chapadão do Sul não teve nenhum temporal na área central. Apesar disso uma árvore foi derrubada na Avenida Oito esquina com a Treze e um robusto galho na Avenida E (Esperança) veio abaixo. O município sempre foi atingido por ventanias perigosas acima de 100 KM por hora que deixaram rastro de destruição. A mais lembrada foi a de 2015 quando a área central da cidade foi “virada ao avesso”. O Terminal Rodoviário quase veio abaixo e muitos telhados simplesmente desapareceram e nunca mais foram encontrados.
PEDREIRO DEVE CUIDAR DA BASE – As casas dos bairros de Chapadão do Sul devem ter base sólida e amarração perfeita. Caso contrário serão duramente afetadas pela ventania. Um dos registros mais poderosos em MS foi registrado em 2019 com velocidade de 149,4 em Camapuã, segundo o meteorologista Natálio Abrahão, da estação da Uniderp. O mais curioso é que ninguém viu o vendaval que passou ao lado do perímetro urbano sem provocar estragos. O recorde anterior do Estado tinha sido em Campo Grande com 144 km/h em 2006.
CHAPADÃO DO SUL ARRASADO – Em 2015 os ventos que arrasaram a área central de Chapadão do Sul não chegaram a 70 MK/H. Postes foram arrancados de suas bases como se fossem galhos enquanto os prédios mais altos vibravam com a força do vento. Barras de alumínio eram retorcidas como papel pela fúria avassaladora da ventania. Um princípio de caos tomou conta do centro porque objetos pesados voavam e eram arremessados contra paredes.
RISCO AOS MORADORES – Cabos de alta tensão ficaram soltos na pista molhada da Avenida Seis, na frente do prédio da prefeitura, onde dezenas de pessoas se aglomeravam para ver a fachada destruída. Folhas de zinco despencavam do alto prédio e uma delas acabou enrolada num poste. Todo o quarteirão esteve isolado por soldados da Polícia Militar que trabalhavam sob intensa chuva.









