Inicialmente prevista para começar em junho, a venda dos uniformes de confecção própria do Botafogo deve começar apenas em agosto. A ideia é colocar à disposição da torcida outros produtos além das camisetas similares às que os jogadores usam em campo.
Em projeção otimista nos bastidores, ainda em julho pode ocorrer uma pré-venda pela internet. Mas as peças mesmo devem ficar prontas só no mês seguinte.
A empresa contratada para a missão é a Wēv, especializada em extensão de marcas – na prática, uma plataforma que conecta marcas a pessoas -. Ela já é a responsável pelas peças “provisórias” alvinegras. Sem fornecedor esportivo desde que rompeu contrato com a Volt, o Botafogo usa peças produzidas por conta própria.
A parceira do Botafogo também atende o Bragantino. Lá, a empresa produz tudo que não envolve os uniformes oficiais – já que a fornecedora esportiva do clube é a New Balance. Além de roupas casuais, a Wēv confecciona acessórios como bonés, agasalhos, mochilas, entre outros para os paulistas.
A ideia é que no Botafogo a produção não se restrinja apenas ao que já é utilizado pelos profissionais do clube, havendo a possibilidade de outros itens chegarem até a torcida, assim como acontece no Bragantino. O site da empresa, inclusive, já indica que produtos alvinegros serão vendidos por ela.
Não há, no entanto, confirmação se todos os itens listados, que são os mesmos produzidos para o Bragantino, terão sua versão para o Botafogo.
Nesta semana, na tarde que antecedeu a vitória do time de Luís Castro sobre o clube paulista, profissionais alvinegros visitaram a loja do time adversário para avaliar possíveis produtos para lançamento em General Severiano. O clube, inclusive, utilizou outras viagens para se inspirar em clubes brasileiros para montar seu próprio planejamento de estrutura e operações.
Enquanto se prepara para atender a torcida com as peças utilizadas neste ano de maneira provisória, o Botafogo negocia com três fornecedoras esportivas para iniciar a temporada de 2023 – que começa, quando o assunto é uniforme, em abril, com o início do Brasileirão – de roupa nova. John Textor e sua equipe contrataram uma empresa que fez concorrência com 20 marcas até eleger as três melhores propostas para o clube. O mesmo processo foi realizado no Crystal Palace.
Camisa do Botafogo (Foto: Vitor Silva)
Globo Esporte









