A ciclovia com aproximadamente 4,5km está localizada na margem esquerda de quem vai no sentido Coxim – Silviolândia, correndo paralelamente a rodovia MS 223
Desde fevereiro de 2017, a reportagem do Diário X vem realizando várias matérias sobre o local e as condições em que se encontra, inclusive, sobre a carência de iluminação na ciclovia.
Além disso, o mato alto facilita o acúmulo de água e lixo, transformado essas áreas em ambientes propícios para a proliferação de animais peçonhentos e, principalmente, do mosquito transmissor da dengue e da febre amarela.
Na ciclovia, mesmo em tempos de coronavírus, onde a recomendação é “ficar em casa” os praticantes da caminhada e do ciclismo tem se deparado com cobras circulando pelo trajeto, elas cruzam a MS 223 para ir para a mata do 47º Batalhão de Infantaria ou vice-versa.
O Diário X entrou em contato com o cidadão, que desabafou:
“[…] sei que devemos ficar em casa, mas precisamos também pensar na nossa saúde mental e física. Eu não consigo ficar muito tempo trancado, então eu procuro praticar uma atividade que não me coloque em risco, por isso, faço ela às 6 horas da manhã. Nesse percurso da ciclovia, venho observando o mato alto e o descaso por meses, mas hoje me senti no dever de repassar para vocês do Diário X. O que eu acho estranho, ali na avenida perto da concha acústica, eu vejo um pessoal cortando uma graminha de nada, nem tem mato alto, mas todo mundo sabe, que é apenas pra mostrar que a prefeitura está fazendo alguma coisa pela cidade, porque aonde precisa cortar mesmo, ninguém faz nada […]”.
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