O cortejo fúnebre do ex-prefeito de Chapadão do Sul Edwino Raiumundo Schultz se misturou ao silêncio uníssono das primeiras horas da manhã de hoje. Cortou a cidade como se uma reverência ao pioneiro estivesse sendo feita naquele momento. A primeira hora foi reservada às despedidas de parentes, mas antigos moradores e pessoas que trabalharam na primeira gestão admistrativa de Schultz já formavam uma fila esperando a vez. Uma UR (Unidade de Resgate) do Corpo de Bombeiros seguia como batedor com o giroflex ligado à frentes das dezenas de carros de familiares e amigos.
FATOS MARCANTES – Durante a semana estaremos postando fatos que marcaram a vida de Edwino Raimundo Schultz e sua esposa Dalila Goelzer Shultz, personagens importantes que começaram a formatar a cidades que hoje conhecemos. Alguns internautas que foram testemunhas oculares já se prontificaram a dividir com os demais fatos vivenciados daquela época para que possamos contar um pouco da história de uma Chapadão do Sul restrita apenas na memória dos mais antigos.
SCHULTZ E DALILA FIZERAM HISTÓRIA – Todos estão sujeitos à críticas, mas várias pessoas destacaram que o casal Shultz e Dalila ficaram estigmatizados como “Pai dos Pobres”, numa época em que podia fazer doações de lotes sem que a Justiça Eleitoral considerasse irregular. Com isso várias famílias conseguiram realizar o “sonho da casa própria”, graças à bondade do ex-prefeito. A esposa, Dalila Goelzer Shultz, tinha a mesma filosofia de vida e doava leite gratuitamente à comunidade. Fica o espaço para que os internautas possam comentar estes e outros fatos que marcaram o trabalho do casal no começo de Chapadão do Sul, antes da modernidade.
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