A última quinta-feira, dia 3 de março, marcou o primeiro dia de do magnata norte-americano como sócio majoritário do Glorioso
A última quinta-feira, dia 3 de março, marcou o primeiro dia de John Textor como dono do Botafogo. Foi quando o clube anunciou a transferência do controle da Sociedade Anônima do Futebol para o empresário, que se tornou sócio majoritário. Passado o bastão, e agora? O que esperar do novo clube de John Textor? O ge explica os próximos passos.
Para começar, a assinatura do contrato dará à nova SAF o investimento direto de R$ 100 milhões. Esse dinheiro só entra depois que o documento for finalizado, o que deve demorar até a próxima semana. Essa quantia se soma aos R$ 50 milhões que o americano já repassou ao clube, totalizando um aporte mínimo de R$ 150 milhões no primeiro ano da parceria.
O “aporte mínimo” citado não foi por acaso. Por contrato, Textor é obrigado a investir R$ 400 milhões no clube. Mas esse é o depósito mínimo. É esperado que o empresário vá além para ajudar em empreitadas principalmente no curto prazo. Isso, aliás, está previsto no próprio contrato, que dá brecha para a transferências de mais 5% das ações do Botafogo ao investidor.
Reforços a caminho
Esse mês de março será de muitas novidades no quesito jogadores. Os reforços que darão corpo ao elenco chegarão nas próximas semanas. São esperados de seis a oito caras novas, a maioria vinda do futebol europeu.
Estrangeiros também estão na mira, mas o foco é em brasileiros que atuam no Velho Continente por conta da limitação imposta pela CBF. Os nomes mais próximos são Philipe Sampaio e Lucas Piazon, que devem ser anunciados ainda nesta sexta-feira.
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Outros jogadores estão na mira, como o atacante Vitinho e os laterais Gilberto e Renzo Saravia, mas essas são negociações em estágios menos avançados.
Novo mister
Esses e outros nomes são debatidos com o futuro treinador, Luís Castro. O português do Al Duhail segue como o queridinho de Textor, que negocia a multa rescisória com o clube árabe. O investidor já se comprometeu a pagar para contar com o técnico e tenta diminuir o valor de R$ 7 milhões, já que restam poucos meses para o fim do contrato.
Enquanto isso, o discurso oficial de Castro é de foco no futebol do Catar, por respeito ao atual empregador. Mas, nos bastidores, o treinador participa do planejamento com análises, indicações e reuniões com o departamento médico alvinegro.
Estrutura em outro nível
Em uma frente, os dirigentes vai ao mercado para dar cara ao novo time. Ao mesmo tempo, trabalha para dar a estrutura que vai garantir condições de trabalho para os que estão no clube e para atrair os que ainda podem chegar. Nesse sentido, instalações e novos equipamentos estarão entre os principais destinos do aporte de Textor.
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Estão nos planos evolução na estrutura do Nilton Santos e do Espaço Lonier, além de novos equipamentos para preparação física, fisiologia, departamento médico. As novas lideranças sabem que as condições de trabalho não são ideias e pretendem mudar isso o mais rápido possível.
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