O presidente da câmara de Alcinópolis, vereador Valdeci Passarinho (união), usou seu tempo na tribuna na sessão desta segunda-feira (06/11), para desmentir uma fake News que está sendo propagada na cidade de Alcinópolis, depois de ser publicada em um site de noticias.
A matéria sem Assinatura de redator responsável, no site Denominado Fato67, descreve a denúncia feita ao Ministério Publico de Matogrosso do Sul (MPMS), por um irmão de uma candidata ao conselho tutelar, onde solicita ao Ministério Publico, Providências na investigação de supostas irregularidades, na eleição do conselho tutelar de Alcinópolis.
Segundo o vereador o site quer induzir a população acreditar que a câmara de vereadores está cometendo injustiça contra a referida vereadora.
” Essa denúncia que foi feita pelo irmão de uma candidata trata de relatos, de infringência a uma lei do CMDCA que proíbe o parlamentar em exercício de mandato em especial, o prefeito, o Vice Prefeito, o vereador, a fazer campanha para candidatos do Conselho Tutelar. É vedado na resolução do comanda.
Essa narrativa que estão construindo para confundir a cabeça das pessoas ou é má fé ou é falta de conhecimento, e nisso eu me sinto na obrigação de vir aqui como parlamentar e expor o meu pensamento estão fazendo duas coisas, Tentando descredibilizar a atuação da presidência da casa, e tentando descredibilizar todos os senhores do vereador” disse Vadeci em sua fala.
Ao finalizar Valdeci Passarinho fez um Alerta a toda população:
“Ao ouvirem narrativas de que o Ministério Público inocentou alguém por causa de fatos narrados por uma denúncia de irmão de uma candidata a conselheira desconsidere pois é MENTIRA das grandes. O Ministério Público disse a que a competência é do CMDCA, que vai ter que apurar, aí vai remeter isso ao Ministério Público. Até lá, não tem ninguém condenado e não tem ninguém inocentado”.
Todo esse desdobramento político tem gerado muitas polemicas na cidade, por envolver uma vereadora que teve como candidata ao conselho tutelar do município sua cunhada.
Em varias decisões pelo Brasil, dezenas de candidatos já eleitos tiveram suas candidaturas impugnadas por obterem apadrinhamento político direto em suas campanhas.
A CPI instalada na câmara para apurar as condutas da vereadora no dia eleição para o conselho tutelar está em curso, na fase de oitivas de testemunhas e tem um prazo de até 120 dias para o seu relatório final.
Nossa reportagem entrou em contato com a presidente do CMDCA, Simony Elias, que nos passou que só irá se manifestar sobre o caso depois que a comissão formada para eleição e para julgar esses casos, passar o relatório para o CMCDA, que até o momento não ocorreu.
Por: jornalista Fernando Dias DRT 462/MS









