Enquanto vice-governadora, Rose Modesto participou das articulações institucionais que contribuíram para viabilizar a obra. Agora, com a ponte na fase final, destaca o impacto da Rota Bioceânica para o desenvolvimento, logística e geração de oportunidades em Mato Grosso do Sul
Com mais de 90% das obras concluídas e a poucos metros da união definitiva entre Brasil e Paraguai, a Ponte Internacional da Rota Bioceânica entra na fase final de construção e consolida um dos maiores projetos de integração logística da América do Sul. O momento resgata uma etapa importante da história do empreendimento. Ainda como vice-governadora de Mato Grosso do Sul, Rose Modesto participou das articulações institucionais que ajudaram a transformar o projeto em realidade.
Em 2017, Rose representou o Governo do Estado em seminário sobre o Corredor Bioceânico, em Brasília, onde defendeu a construção da ponte sobre o Rio Paraguai como o primeiro passo para a consolidação da nova rota de integração entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile. Na ocasião, destacou que a obra seria fundamental para fortalecer a logística, impulsionar a economia sul-mato-grossense e ampliar a competitividade do Estado no mercado internacional.
No ano seguinte, em dezembro de 2018, Rose voltou a representar oficialmente Mato Grosso do Sul durante a cerimônia realizada em Itaipu, quando os presidentes Michel Temer e Mario Abdo Benítez assinaram a declaração conjunta que autorizou a construção da ponte. Na ocasião, afirmou que o acordo “rompia a última barreira para a concretização da Rota Bioceânica”, destacando que o novo corredor reduziria distâncias, fortaleceria as exportações e promoveria maior integração entre os povos sul-americanos.
Quase oito anos depois, a obra entra em sua fase decisiva. Com mais de 90% de execução, restam apenas os últimos metros para a união definitiva das estruturas erguidas pelos dois países, etapa considerada um dos marcos finais da construção. A ponte terá 1.294 metros de extensão e é reconhecida como a principal obra física da Rota Bioceânica, corredor que reduzirá em milhares de quilômetros o trajeto das exportações destinadas aos mercados da Ásia, passando pelos portos do Chile.
“Ver essa obra chegando à reta final é motivo de orgulho. Acompanhei de perto as articulações que permitiram transformar esse projeto em realidade e tenho convicção de que a Rota Bioceânica mudará a história de Mato Grosso do Sul. É um investimento que amplia oportunidades, fortalece nossa economia e aproxima o Estado dos grandes mercados internacionais”, destaca Rose Modesto.
Mais do que uma ligação entre dois países, Rose aponta que a Ponte da Rota Bioceânica simboliza uma nova perspectiva de desenvolvimento para Mato Grosso do Sul. A expectativa é de expansão das atividades logísticas, fortalecimento do comércio exterior, geração de empregos, atração de investimentos e crescimento do turismo em todo o estado que se consolida como a porta de entrada brasileira para o corredor internacional.
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