A pequena vila de Figueirão crescia desalinhada com seus ranchos cobertos de buriti, em razão da Escola Rural Mixta. O vilarejo também era conhecido como Patrimônio do Córrego do Mato. Não foi diferente às outras cidades iniciantes, não escapou do bullying inoculado por línguas peçonhentas que lhe chamavam de Gravatá, Caba já, e seus habitantes de Jacus. Aos poucos Figueirao foi adquirindo as características de cidade até se tornar neste pujante Munícipio. Os primeiros moradores que acreditaram no futuro de nossa cidade foram: Moysés Araújo Galvão, Manuel Bispo Damasceno, Rozina Geraldino de Oliveira, Tomaz Geraldino de Oliveira, Adão Custódio, Domingos Custódio, João Ponteiro, Dona Matilde, Dona Joaquina, vovó Jesuína, João Caboclo, Valdemar Zotelli, sargento Samuel, Manuel Calado, Dona Mariinha Cotobó, Dona Maria do Pandeiro, Zé Moreno, Dona Maria Cuiabana, Pedro Pandeiro, Antônio Serrano, Pedro Merquedes e Custódio Domingos da Silva.
Texto : Professor Admar de Araújo – Historiador Figueirãoense.
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