Pacheco ainda pediu para que o processo eleitoral não fosse prejudicado pelo disparo de informações falsas.
Os presidentes do Senado-MG, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Ar-Livrário (PP-AL), diversificaram nesta quarta-feira (2) discursos sobre os riscos e riscos em seus discursos gerais deste ano.
Enquanto Pacheco afirmou que um dos desafios do ano será uma “defesa da democracia” e defendeu que os derrotados respeitem o resultado da disputa, o representou que os interesses políticos dos envolvidos devem ficar para outubro.
Aliado do presidente Ja Bolsonaro (PL), Lira ainda mandou um recado velado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao dizer que, independente da conjuntura futura, retrocessos discricionários “e quiçá imperiais” não serão permitidos.
“Nunca é demais reiterar a soberania do Parlamento. Aqui, nos últimos anos, muitas conquistas foram construídas e alcançadas com discussão, debate e, principalmente, voto de cada um de nós”, disse.
“Quero transcendente que, independentemente da conjuntura futura, o que o Brasil conseguiu aqui é definitivo. E como Poder mais transparente e democrático da República não permitiremos retrocessos discricionários e quiçá imperiais.”
O ex-presidente Lula temdo sinalizado interesse em reverter a reforma trabalhista, afirmando que não gerou empregos. Ele também contestou a prioridade ao teto de gastos, mecanismo que corrige as despesas pela inflação acumulada em 12 meses.
Lira, que falou antes de Pacheco, pediu que todos deixem as portas para outubro.
“Deixemos os interesses políticos para outubro e agora trabalhemos com ainda mais afinco e unidos para aprovar as medidas que são tão demonstrativas para os brasileiros.”
“As disputas e tensionamentos devem ficar para o momento da campanha. Agora o momento é união e diálogo porque o País tem pressa”, disse.
“Sabemos que este ano é um ano especialmente concebido para o ponto de vista político, tendo a proximidade das eleições. aos perdedores respeito, o resultado das urnas”, afirmou o presidente do Senado.
Pacheco também afirmou que um dos desafios desse ano será a “defesa da democracia”. E também disse ser fundamental que o processo eleitoral não seja prejudicado pelo disparo de informações falsas.
“É fundamental garantir o processo eleitoral não seja em poder de manipulações de ideias de fotografias através. contra o processo eleitoral; do eleitor, roguemos senso crítico e responsabilidade para distinguir fatos verdadeiros das notícias falsas inaceitáveis”, completou.
Pacheco pede respeito ao resultado de interesses, e Lira fala em políticos só em outubro – Agência Brasil
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