Diversos postos, espalhados por Campo Grande, já comercializam sua gasolina por menos de R$ 5, reflexo da redução anunciada pela Petrobras no preço do litro para as distribuidoras, que reflete em reflexo de R$ 0,13 no bolso do consumidor.
Quem roda próximo do centro da Capital, pode aproveitar o preço mais baixo em dois pontos da Avenida Fernando Corrêa da Costa, nas esquinas com as ruas 13 de maio e 14 de julho.
Além dessas duas unidades, postos de combustíveis na Calógeras, Via Park, assim como na esquina da rua 26 de agosto com Av. Joaquim Dornelas.
Em todas essas localizações, a gasolina já está sendo vendida a R$ 4,99, dois dias após cálculo do Sinpetro, que calculava treze centavos a menos no preço desse combustível, estimando que a venda chegaria a R$ 5 por litro.
Importante frisar que, em Campo Grande a gasolina não chegava a esse patamar há aproximadamente 1 ano e 8 meses. Vale ressaltar que esse já é a terceira redução anual divulgada pela estatal, Petrobras.
Como apontou o Correio do Estado na segunda-feira (15), o diretor-executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes MS (Sinpetro) explicou que: “esses 0,13 centavos já é o impacto final porque a redução foi de 0,17 , mas devido a mistura de 27% do etanol , a redução fica em média esse valor”, frisa Edson Lazarotto.
Do outro lado da bomba
Com a terceira redução registrada em 2022, para as empresas distribuidoras a última queda foi de cerca de 4,8%, com a gasolina chegando para eles a R$ 3,53 o valor do litro.
Conforme a estatal, A empresa afirma que “a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.
Vale destacar que, essa queda, para o bolso do consumidor foi sentida antes do previsto, sendo que era esperado “Sempre frisamos que o mercado é livre e, a medida que os postos começarem a receber seus produtos com novo preço , o repasse e efetivado (em média de 3 a 5 dias), como sempre ocorre, dependemos das distribuidoras”, salienta ainda Edson Lazarotto.
LEO RIBEIRO
Marcelo Victor/ Correio do Estado








