Alvo de perseguição do STF (Supremo Tribunal Federal), o empresário e ex-prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa, disse por meio das redes sociais que recebeu sua intimação para depor
com “naturalidade”, dizendo que os esclarecimentos serão sobre “sua defesa em prol da liberdade de expressão”.
Conforme o texto, ele frisa que “dentro da estrita legalidade, sempre se expressará para apoiar e defender a democracia, o estado democrático de direito e as liberdades individuais e coletivas”.
Empresário bem-sucedido e político de destaque nacional por sua gestão de excelência à frente da prefeitura de Costa Rica, Waldeli é um dos cidadãos que estão sendo perseguidos por decisão antidemocrática do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, somente porque se manifesta contrário ao resultado nas eleições presidenciais.
Aliás, uma grande movimentação democrática continua em frente aos quartéis do Exército em todo país desde o resultado oficial do segundo turno das eleições em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu o presidente Jair Bolsonaro (PL).
A mobilização nacional é contra a suspeita de fraude constatada nas urnas e também pela volta de Lula e do PT ao poder depois das condenações em três instâncias do líder petista por corrupção e lavagem de dinheiro público.
Apontados como alguns dos financiadores dos atos, Waldeli, a suplente a deputada federal, Dra. Sirlei Ratier e a jornalista Juliana Gaioso Pontes, foram alvos de mandados de busca e apreensão na manhã de quinta-feira (15).
A operação da Polícia Federal inclui 81 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF, sendo 17 em Mato Grosso do Sul. Assim como a médica, a jornalista e o ex-prefeito, a lista de suspeitos envolvidos no financiamento dos atos relaciona empresários, pecuaristas e agricultores.
Além do MS, são cumpridas ações também no Acre; Amazonas; Rondônia; Mato Grosso; Paraná; Santa Catarina e também no Distrito Federal.
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