Geraldo Silva
Um grande e entusiasmado processo de mobilização na política sul-mato-grossense está reforçando a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da sucessão presidencial.
Liderada pelo ex-governador, presidente regional do PL e senador eleito, Reinaldo Azambuja, a força-tarefa tem na linha de frente um trio forte do PP, o governador Eduardo Riedel, a senadora Tereza Cristina e o deputado estadual Gerson Claro, presidente da Assembleia Legislativa (Alems), o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL), o segundo senador eleito nesta coligação, e o vereador Papy (PSDB), presidente da Câmara Municipal.
Com o objetivo de multiplicar as adesões à candidatura de Flávio, a dinâmica do movimento tem como peças destacadas da engrenagem os eleitos e reeleitos (deputados estaduais e federais), os prefeitos e vices, dirigentes classistas e outras lideranças.
Uma das ações já em curso é atrair as parcelas do eleitorado que não foram às urnas no último dia 04 e as pessoas que votaram em outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).
“Todos os partidos e entidades da sociedade civil que querem um Brasil diferente estão se juntando a nós, ampliando esta corrente”, afirma Azambuja. Ele destaca o protagonismo das coligações que fizeram neste pleito uma das mais belas e prestigiadas campanhas da história de Mato Grosso do Sul, citando a atuação do PL, PP, PSDB, MDB, Republicanos, MDB, PSD e União Brasil na conquista de mais de 95% dos cargos em disputa, sendo os dois senadores, 20 deputados estaduais e sete federais, além da maiúscula votação de Flávio Bolsonaro.
Dedicação
Um indicador eloquente da entrega pessoal para garantir este desempenho foi a consciência participativa e responsável de líderes e dirigentes de instituições públicas que souberam lidar com as conciliar agendas conflitantes.
Cumpriram suas obrigações de mandato e gestão – fizeram a campanha no tempo de sobra, na correria pelo voto, apresentando propostas, fazendo reuniões e outras manifestações de diálogo e abordagem democrática aos eleitores.
Riedel não deixou de governar o Estado, respondendo por todas as demandas que exigiram a Governadoria, e só depois desta atenção é que cumpria os chamados da campanha. Gerson manteve na Alems o ritmo e a intensidade de trabalho com que iniciou o ano. E Papy seguiu fielmente as rotinas regimentais do Legislativo Municipal. Nenhuma dessas bases de trabalho sofreu prejuízos ou paralisações porque o interesse público sempre esteve em primeiro lugar.
Exemplos
“São lideranças que temos nesta caminhada dando exemplos de responsabilidade, de disciplina laboral e de respeito à expectativa da sociedade. E com estes valores nossos líderes têm prestígio e aceitação popular, o que é fundamental para potencializar a adesão de eleitores à candidatura de Flávio”, enfatiza Azambuja.
“A vitória do Flávio é muito importante para o Estado e decisiva para o Brasil. Precisamos barrar a onda vermelha que vem afundando o país nas dívidas e na corrupção. Ganhamos no primeiro turno, contudo precisamos repetir e ampliar a vantagem no segundo. A eleição não está decidida”, alerta o senador eleito. “O segundo turno é uma nova eleição. Nada está definido. Precisamos continuar unidos, nas ruas, participando e garantindo um novo futuro para o Brasil”.
Reinaldo, Riedel e Tereza: lideranças consagradas nas urnas reforçam campanha pró-Flávio em MS. (Foto: Bruno Rezende).
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