Na segunda posição aparece Chapadão do Sul, com 9.676 hectares, consolidando também a relevância da região para a atividade. O ranking mostra a concentração da produção em municípios que vêm se destacando pela expressiva área destinada ao cultivo, evidenciando a participação do norte e nordeste de Mato Grosso do Sul na expansão da cotonicultura estadual.
O levantamento da Ampasul aponta ainda Campo Grande na terceira colocação, com 1.417 hectares cultivados. Na sequência aparecem Alcinópolis, com 715 hectares, e Terenos, que ocupa a quinta posição, com 519 hectares. Juntos, os cinco municípios representam as maiores áreas de cultivo de algodão destacadas no levantamento da safra 2025/26.
- Costa Rica — 17.449 hectares
- Chapadão do Sul — 9.676 hectares
- Campo Grande — 1.417 hectares
- Alcinópolis — 715 hectares
- Terenos — 519 hectares
Os números evidenciam a dimensão da atividade e a importância do algodão para o setor produtivo sul-mato-grossense. Do plantio à colheita, a produção envolve tecnologia, manejo, investimentos, produtividade e a atuação de produtores e trabalhadores que contribuem para o fortalecimento da cadeia produtiva do algodão no Estado.
Costa Rica é a Capital Estadual do Algodão, localizada na região Centro-Oeste do Brasil, a 339 km de Campo Grande e 863 km de Brasília na região Nordeste do estado de Mato Grosso do Sul com terras férteis e produtivas.
Com 17.449 hectares, Costa Rica aparece com ampla vantagem sobre os demais municípios do ranking, reafirmando sua posição de destaque na cotonicultura de Mato Grosso do Sul. Os dados são da Ampasul, referentes à safra 2025/26, e mostram a importância do município e da região para uma atividade que contribui para a diversificação e o desenvolvimento do agronegócio sul-mato-grossense.




